fbpx

Da indústria fonográfica ao mundo dos apps

Da indústria fonográfica , 7 motivos para fazer um aplicativo

Da indústria fonográfica ao mundo dos apps

Era 2006, quando Celso Fortes, então executivo de marketing de um selo da Universal Music, assistia à feroz batalha que as gravadoras travavam com os sites e programas de download gratuito de músicas na internet. De dentro da sua sala, o produtor percebia a tsunami que ameaçava todo o mercado fonográfico brasileiro e resolveu agir, remando a favor da maré. Em menos de um ano, estava aberta a Novos Elementos, uma agência totalmente focada na web e no marketing digital.

A mudança de ares não foi fácil. Apesar de enfrentar dificuldades de adaptação e a descrença dos ex colegas, Celso lançou mão do networking construído no setor musical e começou a conquistar os primeiros clientes. Logo, os nove anos de experiência com o marketing e produção cultural também começaram a fazer diferença. O próximo passo foi contratar uma equipe de designers e desenvolvedores online para produzir aplicativos mobile, sites, portais e marca, para clientes dos mais variados segmentos.

Passados quase dez anos, a agência digital já acumula mais de 800 projetos no mercado, atendendo não só grandes empresas, artistas e celebridades, como também diversos profissionais de saúde.

“Somos responsáveis por sites, blogs, Facebook, Instagram e aplicativos dos principais dermatologistas, das mais importantes clínicas de dermatologia do Brasil e de alguns congressos também”, afirma Fortes.

Um dos principais cases da agência é o aplicativo da dentista, empresária e ex-BBB Adriana Sant’anna. Além de acumular mais de 1,5 milhões de seguidores no Instagram, Adriana lançou recentemente um aplicativo pago (U$ 2,99) para oferecer dicas de viagem, beleza, moda, beleza e saúde aos seus fãs. O app desenvolvido pela Novos Elementos já acumula mais de 10 mil downloads.

Os bons resultados motivaram Celso a dar vida a iniciativas próprias, sempre com o foco no mundo digital. “Quanto mais conhecia a realidade dos clientes, mais sentia necessidade em oferecer soluções. Sempre acreditei que o empreendedor é, na verdade, um caçador de problemas. Por isso, criei o portal Barra da Tijuca, o aplicativo Beba Água, o Chefs Airfryer, Chef Microondas, entre outras soluções como uma forma de reduzir deficiências dos meus clientes e dos seus consumidores”, explica Celso.

A aposta deu resultado e os números comprovam. Portanto, somente com o aplicativo “Beba Água”, por exemplo, a quantidade de downloads já passa de 420 mil. O app é vendido a U$ 1,99 e ajuda o usuário a adquirir o hábito de beber água com frequência. Só no Facebook, a página “Beba água” tem mais de de 210 mil seguidores.

“Ainda neste ano lançaremos novos projetos voltados para segmentos ainda pouco explorados pelo mundo mobile e digital. Acredito que as possibilidades existem, mas nós precisamos desafiar. Todo o dinheiro que consigo lucrar, reinvisto. Acredito que por esse motivo não tenha sentido os efeitos da crise no Brasil. Mas, nossa estrutura é enxuta, mas compensamos os gargalos com a eficiência”, afirma Celso.

Carreira camaleônica

Hoje empresário, escritor e palestrante, Celso Fortes começou a carreira como DJ e atuou como produtor de shows e espetáculos, trabalhando com artistas de renome como Ivete Sangalo, Banda Eva, Chico Anysio, Araketu, Jammil, Terra Samba, entre outros. Durante mais de oito anos, Na Universal Music, desenvolveu mais de 200 títulos e lançou vários novos artistas para o mercado nacional através de um selo da companhia.

Em 2006 lançou o livro “Sucesso em poucas palavras”, fruto de pesquisa e convívio com diversas personalidades brasileiras. Mas, Celso se tornou empreendedor digital há nove anos e atualmente é diretor de criação da agência Novos Elementos. Por meio da empresa, o empresário desenvolve projetos para o mercado online, cuidando também da imagem de empresas e personalidades brasileiras na internet.

Link original: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/da-industria-fonografica-ao-mundo-dos-apps-um-camaleao-no-mercado/110705/

 

Talvez você goste de algum desses artigos: – Da indústria fonográfica ao mundo dos apps

por: Agência Novos Elementos 0 comentários